Não há avisos, não tem prefácioDentro das veias ele está a pulsarFerve o meu sangue, queima meus lábios
Tão preso no escuro não irá se dispersarVital minha espada, luz ofuscadaAnjo sem assas, agoniza até romperVéu negro da dúvida, lua ensanguentadaLágrimas pesadas, choro sem prazer
Oh cena boçal, rude criaturaAbraço tão frio, me esconde com torporRecolha o sinal, morre a branduraMe toca tão forte, porteia meu clamorA fuga, disparada para o norte.
A fuga, sangue vivo a se espalhar.A fuga, meu cavalo e brado forte.A fuga, em meu leito repousar!
A fuga!Por.: Mateus Henrique
Hoje, aqui, cada canto é um lugar escuro
O descompasso acelera o ritmo atualPessoas, trilhas, interferem em cada futuro
Manhã alegre e sol recebem um corte desigualVou recuar além do cansaço do dia a diaMeu mundo melódico em versos, sinto-o respirar
Se falhos valores disputam tanta freguesia
Meu caminho faz sentido para quem quiser me ampararOlho nos olhos dos mesmos, fracos ou perseverantesNão tenho medo sou forte para lutarMentiras e desencontros, percebe-se por aqui!
Por.: Mateus Henrique
Uh uh uh oh ohCorrentes não atam um grande amorUh uh uh oh ohSeus braços me curam toda a dorUh uh uh oh ohPorque trocar farpas comigo?Uh uh uh oh ohSe unidos não corremos perigo!Por.: Mateus Henrique